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Dois integrantes da Cojira SP deram entrevista para a mesma reportagem. Os jornalistas Claudinha Alexandre e Flavio Carrança foram entrevistados pelo Jornal da Gazeta, da TV Gazeta, para falar sobre a Exposição Imprensa Negra Paulista. A matéria foi para o ar em 15/09. Confira:

http://www.tvgazeta.com.br/videos/exposicaoimprensanegraemsp/

Serviço:

Exposição ‘Imprensa Negra Paulista’ 

De segunda a sexta-feira, das 9 às 17 horas, e domingo, das 10 às 15 horas. Entrada franca.

O Centro de Preservação Cultural – Casa de Dona Yayá fica na Rua Major Diogo, 353, Bela Vista, São Paulo.

Mais informações: (11) 3106-3562, email anabarone@gmail.com, cpcpublic@usp.br, ou no site do IEB

A série de debates Inquietudes Urbanas está voltada para a discussão das relações entre a universidade pública e a cidade no contexto contemporâneo, trazendo à tona questões nas quais os mais diversos problemas ligados à violência e à segregação social, entre outros, contracenam com o papel formador do ensino universitário, entendido como o ‘lugar’ em que as fissuras da sociedade são tratadas de forma crítica.
EV_2015-09_intolerancia-religiosa_c-eletr_geral

O debate deste mês aborda a Intolerância Religiosa verificada no Brasil que afeta não apenas a convivência inter-religiosa, mas a discussão pública sobre temas cruciais para a sociedade civil, como as fronteiras entre o político e o religioso na gestão de um Estado laico, o ensino religioso nas escolas públicas, a legalização do aborto, o matrimônio entre pessoas do mesmo sexo, a subordinação do direito civil à liberdade religiosa e às estratégias autoritárias de conversão religiosa, entre outros.

15 de setembro
Exibição dos filmes:
Iyalode, Damas da Sociedade (Brasil, 2005, 52 min.). Direção: Maria Emilia Coelho e José Pedro da Silva Neto.
Vozes do Islã (Brasil, 2007, 25 min.). Direção: Francirosy Campos Barbosa Ferreira.

22 de setembro

19h
debate com Vagner Gonçalves da Silva, Francirosy Campos Barbosa, Marcelo Natividade, Cristiano Valério, Jihad Hassan Hammadeh e José Pedro da Silva Neto

21h
lançamento do livro de Vagner Gonçalves da Silva EXU: o guardião da casa do futuro (Pallas, 2015).

entrada franca retirar senha 30 min. antes

Vagner Gonçalves da Silva é professor do Depto. de Antropologia da FFLCH-USP e coordenador do Centro de Estudos de Religiosidades Contemporâneas e das Culturas Negras da USP.

Cristiano Valério é ativista LGBT, diretor e pastor presidente da Associação da Comunidade Metropolitana do Brasil e coordenador de Desenvolvimento de Igrejas da Comunidade Metropolitana para o Brasil.

Francirosy Campos Barbosa é antropóloga, professora do Depto. de Psicologia da USP Ribeirão Preto e coordenadora do Grupo de Antropologia em Contextos Islâmicos e Árabes

Marcelo Natividade é antropólogo, jornalista, professor do Depto. de Antropologia da FFLCH-USP e autor de As novas guerras sexuais: diferença, poder religioso e identidades LGBT no Brasil (Garamond , 2014)

José Pedro da Silva Neto é membro do Núcleo de Relações Raciais, Memória, Identidade e Imaginário do PEPG-PUC-SP e diretor da Fundação de Apoio à Cultura e à Tradição Yorubana no Brasil.

Cristiano Valério é pastor fundador da Igreja da Comunidade Metropolitana de São Paulo e membro do Conselho Municipal de Atenção a Diversidade Sexual do Município de São Paulo.

http://mariantonia.prceu.usp.br/?q=eventos/inquietudes-urbanas-intoler%C3%A2ncia-religiosa-0

CartazNos últimos dias de 1999, após alguns tiros terem sido disparados em um supermercado francês, Dramane (Abderrahmane Sissako) escreve uma carta para seu pai, que mora em Mali, sua terra natal. Quando viaja de volta para casa ele conhece uma bela jovem, que o faz considerar outros caminhos a seguir. Mas após a passagem de ano nada parece ter mudado na vila, contrastando as dificuldades do local com a modernidade européia.

A vida sobre a terra (La vie sur terre) é um drama dirigido por Abderrahmane Sissako  com 61 minutos de duração. Sissako  é um diretor de cinema, escritor e produtor mauritano, sendo considerado o cineasta mais ativo da África. Nascido em 1961 em Kiffa, emigrou com a família para o Mali, país de seu pai. Estudou cinema em Moscou nos anos 1980. ganhador de diversos prêmios, como Un certain Regard no Festival de Cannes em 1993. Dirigiu também os curtas-metragem Le Chameau et les bâtons flottants (1995) Sabriya (1996). “En attendant le bonheur” e Un Certain Regard e  Bamako foram apresentados no Festival de Cannes no ano 2000 e em 2006, respectivamente.

Serviço:

19/setembro/2015 – 17 horas A Vida Sobre a Terra (La Vie Sur Terre). Direção: Abderrahmane Sissako – 1998, drama, 61 minutos.

Local: PUC CONSOLAÇÃO Rua Marquês de Paranaguá, 111 – sala 20. Travessa Rua da Consolação, próximo ao Mackenzie. Entre metrô República e Paulista.

Entrada franca.

Pede-se a colaboração voluntária de 1 quilo de alimento não perecível ou roupas, calçados, cadernos, livros, jornais, revistas, material de higiene e limpeza. Serão doados ao Arsenal Esperança/Missão Paz, que atende diariamente centenas de estrangeiros, inclusive africanos.

Coordenação: Saddo Ag Almoloud, Vanderli Salatiel e Oubí Inaê Kibuko.

A imprensa negra no Estado de São Paulo é representada na nova exposição da Casa de Dona Yayá, que reúne fotos, recortes, clichês e outros registros dos principais periódicos paulistas. Nesses documentos, os enfrentamentos cotidianos em defesa da cidadania negra e suas formas de resistência coletiva aparecem entrecortados pelas energias utópicas da modernidade e promessas de igualdade e justiça social.

Os jornais eram editados principalmente na capital paulista e em Campinas, onde o ativismo negro se tornou mais expressivo. A exposição integra programação do simpósio Negros nas cidades brasileiras, que inclui também o lançamento do Portal USP da Imprensa Negra Paulista. Você pode visitar a exposição de segunda a sexta-feira, das 9 às 17 horas; domingo, das 10h às 15h na Rua Major Diogo, 353, Bela Vista, São Paulo. A entrada é franca e vai até 11 de outubro.

Foto: Cecília Bastos

Foto: Cecília Bastos

Ana Barone, professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP, e uma das coordenadoras do projeto, disse ao site da Casa Dona Yayá, que o público que for visitar a exposição Imprensa Negra Paulista terá uma oportunidade de conhecer mais e refletir sobre a vida de um povo que sempre procurou defender seus interesses coletivos mesmo em um período em que o Estado não garantia uma equalização de condições para esse grupo da população. Para a comunidade acadêmica, a mostra e o site do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) da USP, onde se encontra disponível a coleção da Imprensa Negra, servirão de fontes documentais e de informação sobre as relações raciais no Brasil. Saiba mais sobre o site com os jornais digitalizados aqui.

Serviço:

Exposição ‘Imprensa Negra Paulista’ 

De segunda a sexta-feira, das 9 às 17 horas, e domingo, das 10 às 15 horas. Entrada franca.

O Centro de Preservação Cultural – Casa de Dona Yayá fica na Rua Major Diogo, 353, Bela Vista, São Paulo.

Mais informações: (11) 3106-3562, email anabarone@gmail.com, cpcpublic@usp.br, ou no site do IEB

Por: Midiato

A pesquisadora Rosane Borges, professora da Universidade Estadual de Londrina e pesquisadora do MidiAto, condunzirá o seminário “Políticas de representação e imaginário: imagens de mulheres negras na mídia” no grupo de estudo em “Direito, Estado e racismo”,  da Faculdade de Direito do Mackenzie.

A apresentação vai analisar “os discursos, plasmados como imagem, em torno da mulher negra brasileira, veiculados em em alguns dispositivos midiáticos, tais como cinema, televisão, internet e suportes impressos”. Segundo a professora, “novos regimes de visibilidade emergem, tornando possível a projeção imagética de mulheres negras de maneira plural e não apenas vinculada a estereótipos negativos e a estigmas, como a boa tradição das corriqueiras representações visuais se encarregou de decantar. Estaríamos, portanto, assistindo a um estágio no campo das representações que gradualmente iria de uma escala negativa para uma positiva, em que homens e mulheres negros passam a ser retratados de maneira multiperspectívica”.

O seminário pretende levantar algumas discussões: até que ponto os novos signos que gravitam em torno das mulheres negras são capazes de instituir uma outra ordem de sentidos sobre elas? Em que medida tais alterações imagéticas, anunciadas, às vezes, de modo festivo, constituem, efetivamente, mudanças capazes de redesenhar o quadro imaginário de onde se pinta as representações sociais e, portanto, de onde emergem os ideais culturais?

O evento ocorre neste sábado (dia 5), a partir das 9h30, na Universidade Mackenzie, na Faculdade de Direito, em São Paulo.